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28 de jan. de 2017

A Bíblia diz que vamos nos reconhecer no céu?


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Pergunta: Perdi meu pai há alguns meses e uma dúvida que tenho em meu coração é se quando eu morrer e encontrá-lo no céu se vou reconhecê-lo, se ele vai saber quem eu sou. Isso me deixa muito apreensiva, pois gostaria muito de poder rever meu pai algum dia. O que a Bíblia nos ensina sobre essa questão, vamos ou não vamos nos reconhecer no céu?

Cara leitora, já recebi muitas vezes essa pergunta bem curiosa e, dessa vez, resolvi montar um estudo bíblico, buscando analisar o que a Bíblia nos traz de orientações sobre isso.

Vamos nos reconhecer no céu?


(1) A Bíblia fala bastante sobre a vida eterna, sobre o céu, porém não nos dá muitos detalhes a respeito dos pormenores de como será essa nossa vida do outro lado e de que tipo de transformações iremos passar para viver essa vida. Porém, creio que temos elementos suficientes para afirmar algumas verdades a respeito tanto da vida no céu quanto a vida no inferno.

(2) Alguns afirmam ser impossível que nos reconheçamos no céu, baseados no texto de Apocalipse 21:4: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. Segundo eles, o fato de nos reconhecermos levaria ao céu dores que a Bíblia afirma não poderem entrar ali. Além disso, a percepção de que algumas pessoas que conhecemos e amamos não estão ali, mas no inferno, também traria dores, pranto e outras questões que não teriam lugar no céu segundo o texto de Apocalipse.

(3) Em minha visão iremos sim nos reconhecer no céu. Explico porquê. Primeiramente, analisando o texto de Apocalipse 21:4 observamos que ele está fazendo referência a nova realidade que será vivida no céu. Dessa forma, não podemos analisar a nova realidade com base na velha realidade. Observando a Bíblia verificamos que seremos transformados (1 Coríntios 15:53-54). Ou seja, haverá uma transformação tanto da nossa realidade quanto de nosso corpo.


Essa transformação realizada por Deus em cada um, certamente é para vivermos a nova realidade do céu. Em minha visão, isso indica que a forma com que vamos encarar as coisas não será mais como quando estávamos em nosso corpo carnal (imperfeito), mas, agora, de uma forma melhor, no corpo espiritual. Isso, com certeza, nos ajudará a encarar da forma como Deus deseja as realidades tanto de reconhecer pessoas no céu quanto de conseguir lidar com o fato de alguns não terem ido para lá.


(4) Outro fato que pesa a favor do argumento de que vamos nos reconhecer no céu, é a parábola contada por Jesus sobre o rico e o mendigo (Lucas 16:19-31). Nessa parábola, o rico morre e vai para o inferno. O mendigo Lázaro morre e vai para o céu. O rico, olhando do inferno para o céu, reconhece o mendigo Lázaro e também Abraão (Lucas 16:23). Isso nos indica que existe ali certo reconhecimento de pessoas tanto no céu quanto no inferno. Evidentemente, essa história se trata de uma parábola de Jesus. Porém, não é plausível admitir que Jesus usaria uma mentira como pano de fundo de um de Seus ensinamentos. 

Ou seja, existem sim elementos verdadeiros usados por Jesus nessa parábola que nos indicam como será a realidade do céu. Sim, iremos nos reconhecer. Como Deus fara isso? Não sabemos ao certo, mas sabemos que será da forma como Deus quer, perfeita. A transformação realizada por Deus será perfeita ao ponto de o fato de nos reconhecermos ser uma bênção e não uma maldição.


(5) Algo também muito importante a se pontuar é que a vida eterna é uma continuidade da nossa vida e não uma interrupção dela para que comecemos algo como se nada nunca houvesse acontecido a cada pessoa. 

Como receberemos os galardões citados na Bíblia se sequer saberemos do que se trata? Parece-me estranho pensar assim. Como um atleta poderia chegar ao pódio e, quando fosse receber a medalha, não saber porque está ali e o que aconteceu para que ele recebesse aquele prêmio? Da mesma forma no céu! Penso que saberemos sim das realidades que vivemos e saberemos glorificar a Deus de forma perfeita por isso. Dessa forma, vamos nos reconhecer no céu, sim.


Phonte: Esboçando Idéias

22 de jan. de 2017

Qual é a condição das almas no céu e o que estão fazendo?


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Sua condição 

Nunca será suficiente o bastante enfatizar que os redimidos no céu, no período compreendido entre sua morte terrena e sua completa ressurreição, não atingiram a glorificação final. Eles estão vi­vendo no que geralmente é chamado de o estado intermediário, não, contudo, o estado final. Embora, certamente, eles estejam serenamente felizes, a felicidade deles não é ainda completa.


Sobre este assunto o Dr. H. Bavinck se expressa como segue (minha tradução):

A condição do santificado no céu, embora sempre tão gloriosa, tem um caráter provisório, e isto por várias razões: a) eles estão agora no céu e limitados a este céu, mas ainda não possuem a terra que, junto com o céu, foi-lhes prometida como uma herança; b) acrescente-se a isto o fato de que eles estão privados de um corpo, e esta existência incorpórea não é um lucro, mas uma perda, não é um acréscimo, mas uma diminuição do ser, visto que o corpo pertence à essência do homem; c) e, finalmente, a parte nunca pode estar completa sem o todo. Somente na comunhão de todos os santos é que a abundância do amor de Cristo pode ser conhecida (Ef 3.18). Um grupo de crentes não pode ser aperfeiçoado sem o outro grupo (Hb 11.40). (Gereformeerde Dogmatiek , 3ª ed., Vol. 4, p. 708,709).

Nisto nós estamos de comum acordo. Mas isso não significa que entre este estado intermediário e o estado final (depois da ressurreição) haja um intervalo completo, um total contraste. Pelo contrário, da mesma maneira que há em muitos aspectos imediatamente uma continuidade entre nossa vida aqui e nossa vida no céu após a morte (veja, por exemplo,] o 11.26; Ap 14.13), então, também há continuidade entre aquele estado intermediário e o estado final. Estaria en­tão definitivamente errado dizer a respeito dos símbolos das Escritu­ras, que descrevem o estado final, que estes não têm nada para nos falar com relação ao estado intermediário. A dourada Jerusalém real­mente pertence ao futuro, mas também ao presente, até onde este presente pressagie o futuro. (Esta é a posição que eu mantive em meu livro More Than Conquerors, an lnterpretation of the Book of Revelation; veja especialmente as páginas 238 e 243, a qual eu ainda apoio).

Pensando nisto é então completamente legítimo usar Apocalip­se 7.9-17 como base para um estudo sobre o estado intermediário.

Agora, muitas das características achadas aqui em Apocalipse 7 são de um caráter negativo. Nós aprendemos que os redimidos são libertos de toda provação e sofrimento, de toda forma de tentação e perseguição: nunca mais sentirão fome, sede, ou calor. Há, tam­bém, características positivas. O Cordeiro é o seu Pastor. O Cordeiro conduz o seu rebanho às fontes da água da vida. Esta água simboliza a vida eterna, a salvação. As fontes de água indicam a fonte da vida, para que, através do Cordeiro, os redimidos tenham uma comunhão eterna e ininterrupta com o Pai. Finalmente, o toque mais doce de todos: E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima. Não só as lágrimas serão enxutas ou até mesmo extirpadas; elas são tiradas dos olhos, de forma que nada mais resta a não ser alegria perfeita, felicidade, glória, doçura, comunhão, vida abundante. E o próprio Deus é o Autor desta perfeita salvação. 

Sua atividade

a. Eles descansam. Veja em Apocalipse 14.13. O corpo, certa­mente, está em repouso no sepulcro e espera o dia da ressurreição. Mas a alma agora descansa da competição da vida, do trabalho pesado, de se entristecer, da dor, de sua angústia mental e especialmente de seu pecado!

b. Eles veem a face de Cristo. Veja em Apocalipse 22.4 (é claro que isto será verdade em uma sensação até mais completa após a ressurreição). Os olhos dos redimidos (sim, até mesmo as almas têm olhos; quem negará isto?) são dirigidos a Cristo, como a revelação da Trindade de Deus. Aqui, nesta vida terrena, nossos olhos são desvia­dos frequentemente para longe de Cristo. Desta forma, uma pessoa é lembrada como a famosa pintura de Goetze (“Menosprezado e Rejeitado dos Homens”), na qual pode-se notar como todos os olhos são virados para longe das dilacerações por lança e da coroa de espinhos do Salvador. Mas no céu nosso Senhor será o próprio centro de interesse e atenção, porque ele será todo glorioso, e nós já não seremos egocêntricos. Nós não poderemos virar nossos olhos para longe dele.

c. Eles ouvem. Eles não ouvirão os coros gloriosos e hinos descritos no livro de Apocalipse? Cada um dos redimidos não ouvirá o que todos os outros redimidos, ou o que os anjos, e o que Cristo lhes tem a falar?

d. Eles trabalham. Os seus servos o servirão. Haverá uma grande variedade de trabalho, como está claro em versículos tais como Mateus 25.21 e, também, 1 Coríntios 15.41,42. Será um trabalho feito de bom grado, alegremente. Não diga que este trabalho é impossível pelo fato das almas estarem sem os seus corpos. Os anjos – que também não têm nenhum corpo – não são enviados para realizar tarefas?

e. Eles se regozijam. Porque toda tarefa os estará, assim, satisfazendo completamente e restaurando, os redimidos cantam enquanto trabalham. Este canto também irá, obviamente, ser diferente após a ressurreição. Ainda assim, não é possível que as almas louvem a Deus? Não é possível para os redimidos terem hinos em seus corações? Além disso, eles entraram na alegria de seu Senhor.

f. Eles vivem. Até mesmo durante o estado intermediário, os redimidos realmente estão vivos. Eles não estão sonhando. Nós não devemos conceber estas almas como sombras silenciosas que deslizam por aí. Não, os redimidos vivem e se alegram em uma comunhão abundante e gloriosa (sobre a qual nós esperamos falar mais tarde, no capítulo 13). Além disso, é com Cristo que eles vivem. Onde quer que você o ache, você os achará. Tudo o que ele faz, eles fazem (até onde para eles é possível fazer). Tudo o que ele tem, ele compartilha com eles. Se você deseja provas, veja em Apocalipse 3.12; 3.21; 4.4; cf. 14.14; 14.l; 19.11; cf. 19.14; 20.4.

g. Eles reinam. Eles compartilham com Cristo em sua glória real.


Autor: William Hendriksen
Trecho extraído do livro A Vida Futura Segundo a Bíblia, pág 67-70. Editora: Cultura Cristã

http://reformados21.com.br/2016/05/05/qual-e-a-condicao-das-almas-no-ceu-e-o-que-estao-fazendo/


16 de abr. de 2011

ONDE FICA O PARAISO


Tenho perguntado a muitas pessoas, especialmente aos alunos no seminário, o que eles entendem por “ir ao céu” quando morrerem. A grande maioria das pessoas dizem que o entendimento é que ao morrer, se estiver salvo, será vestido de uma túnica branca e em algum lugar no espaço, uma grande multidão nessas condições estará diante de Deus, e todos estarão louvando e adorando a Deus para sempre, e sempre, e sempre, eternamente, nada mais do que isto. Confesso que até mesmo eu, quando jovem, ainda sem o conhecimento da Palavra de Deus, também pensava desta forma. O estudo e o aprendizado de escatologia mostraram que não é essa a realidade.

A Palavra de Deus nos dá a resposta mostrando que esse “céu”, ou o paraíso, será aqui mesmo na Terra, mas para entender, precisamos conhecer alguns princípios espirituais básicos:

a) – DEUS NÃO MUDA – Deus é o mesmo hoje, ontem e será eternamente, não há mudanças em suas decisões e em seus princípios. Sua Palavra é fiel, verdadeira e imutável. Toda sua Palavra se cumpre integralmente.
Malaquias 3:6 Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
Com base nisso cremos literalmente e de forma incondicional, na veracidade da Palavra de Deus e que toda sua promessa será cumprida.

b) – TUDO QUE DEUS CRIOU DURARÁ ETERNAMENTE – há uma lei na física que diz: “no universo nada se cria e nada se perde, tudo se transforma”. Esta afirmação é verdadeira e tem base bíblica, pois Deus já tinha enunciado esta lei:
Ecl.3:14 - Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e isto faz Deus para que os homens temam diante dele.
Com base nisso cremos e temos absoluta certeza de que este planeta Terra em que vivemos, com tudo que nele há, jamais será destruído e continuará existindo para sempre, da mesma forma, continuarão existindo o sol, a lua e as estrelas. Lembramos que haverá, sim, transformações como por exemplo, a água colocada em uma panela no fogo. A água desaparece da panela, mas continua existindo transformada em vapor, que de alguma forma mais tarde, volta a se transformar em água novamente.

Com base neste mesmo texto, também podemos afirmar que Deus não cria a mesma coisa duas vezes e que toda sua criação foi completada nos sete dias da criação. Nada mais foi e nem será criado além daquela criação inicial. Estamos nos referindo ao mundo físico e material, pois no campo espiritual, Deus continua criando um espírito para cada pessoa que nasce, e esse espírito, depois de criado, jamais será destruído e nunca deixará de existir.

c) – DEUS JAMAIS FICA FRUSTRADO EM SEUS PROPÓSITOS. - Tudo que Deus se propõe a fazer ele o faz e nada pode impedir que os propósitos de Deus se cumpram integralmente. Todas as profecias serão cumpridas incondicionalmente.
Mateus 5:18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido.
Mateus 24:35 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.
Quando Deus colocou o homem na Terra, o seu propósito era de que o homem vivesse eternamente na sua presença, que fosse imortal, fisicamente falando, e que possuísse a Terra, sua morada para sempre. O pecado impediu o cumprimento imediato desse propósito divino, mas com base neste princípio, podemos afirmar que o propósito estabelecido para o homem no início do Jardim do Éden será cumprido integralmente. Para isso, Jesus já cumpriu a primeira parte que é conceder a vida eterna ao homem. A sua ressurreição já é a garantia e a certeza da imortalidade do corpo quando os salvos ressuscitarão como ele. A posse da Terra se cumprirá na eternidade.

d) – O PROPÓSITO DE DEUS É QUE O HOMEM TOME POSSE DA TERRA.
- Deus criou todo o universo, bem como a Terra com tudo que nela há, para que o homem usufruísse dela. É semelhante ao pássaro que constrói o seu ninho para seus filhotes.
Sl.115:16 – Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens.
Sl.37:29 - Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre.
Com base nisto, podemos afirmar que os homens, os justos, irão habitar na Terra eternamente, por isso já vimos anteriormente que a Terra não será destruída, porque será habitada para sempre.

e) – O PROPÓSITO DE DEUS É ENCHER A TERRA. - Deus ordenou a Adão e também para Noé, que se multiplicassem e enchesse a Terra. Ora, Seria ilógico se Deus quisesse encher a Terra para depois destruí-la. Quando os homens construíram a Torre de Babel para não se espalharem na Terra, Deus se irou e aplicou o seu juízo obrigando os homens a se espalharem.
Gênesis 1:28 E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.
Gênesis 9:1 Abençoou Deus a Noé e a seus filhos e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra.
Com base nisso, e considerando o que já foi explanado nos itens anteriores, podemos ter a certeza absoluta de que algum dia a Terra estará cheia de homens habitando nela, pois Deus nunca fica frustrado em seus propósitos.

f) – A PROMESSA PARA ABRAÃO – Deus prometeu a Abraão que a sua descendência seria muito numerosa e que possuiria a Terra para sempre.
Gn.17:6,8 - 6 Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti. 8 Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus.
Considerando tudo que foi explanado até agora, concluímos que a descendência de Abraão irá habitar na Terra eternamente.

g) – A PROMESSA PARA MARIA – Quando o anjo anunciou para Maria o nascimento de Jesus, disse a ela que Jesus seria rei sobre o povo de Israel eternamente. Essa profecia ainda será cumprida em futuro próximo.
Lc.1:30-33 - 30 Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. 32 Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; 33 ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim.
Com base nisso concluímos mais uma vez que a promessa dada a Abraão será realmente cumprida e haverá habitantes da Terra por toda eternidade.

h) – PROFECIA DO NOVO ÉDEN – por duas vezes os profetas de Deus anunciaram que futuramente a Terra será novamente como o Éden do passado:
Ez.36:35a – Todos dirão isto a respeito desta terra: “Ela era um deserto, mas agora ficou igual ao jardim do Éden.” (BLH)
Joel.2:3 - À frente dele vai fogo devorador, atrás, chama que abrasa; diante dele, a terra é como o jardim do Éden; mas, atrás dele, um deserto assolado. Nada lhe escapa.
Este texto comprova o que foi explicado no item “c”. Deus não fica frustrado. O seu propósito era criar um paraíso para o homem e agora vemos a profecia de que no futuro a Terra se tornará como o Jardim do Éden.

CONCLUSÃO
 
Considerando tudo o que foi exposto acima, e somando-se os detalhes encontrados nos capítulos 21 e 22 do livro do apocalipse onde descreve a vida de povos na Terra após o juízo final, concluímos que o Reino de Deus, o Paraíso eterno, ou o “céu” mencionado no início deste artigo, será aqui mesmo na Terra. Evidentemente que tudo será restaurado e modificado antes que essa Terra se transforme no novo Éden. Neste paraíso não haverá mais mortes, nem doenças, nem sofrimento, nem violências, nem pecado. Será uma eternidade na presença de Deus.

Apoc.21:3-5
3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.