18 de jun de 2016

Estados Unidos rejeita ajuda a Israel, que busca apoio da Rússia


EUA rejeita ajuda a Israel, que busca apoio da Rússia 
 

Em artigo recente, o jornal Washington Times, de perfil conservador, classificou como “deplorável” o tratamento do governo Barack Obama em relação a Israel. Além de ter permitido que o maior inimigo declarado do Estado Judeu, o Irã, receba permissão para voltar a comprar armamentos sofisticados da Rússia.

Enquanto isso, os aiatolás continuam com seu discurso de “varrer Israel do mapa” e Teerã faz testes com mísseis capazes de receber ogivas nucleares.

A diminuição proposital da influência norte-americana no Oriente Médio fez com que Benjamin Netanyahu buscasse apoio em um aliado improvável: Vladimir Putin. O premiê israelense esteve com o presidente russo quatro vezes este ano, um recorde nos 25 anos que as nações reataram os laços diplomáticos.

“A Rússia é uma potência global, e as nossas relações estão se fortalecendo”, disse Netanyahu recentemente.

Grupos extremistas como o Hezbollah e o Estado Islâmico fazem ameaças de atacar Jerusalém assim que a guerra na Síria acabar. Segundo a imprensa russa, o governo israelense fez todo o possível para melhorar as suas relações com a Rússia justamente por causa da influência de Putin junto aos seus inimigos.

Uma prova concreta disso é a declaração recente que Putin pode usar o poder de veto dos russos nas Nações Unidas para impedir novas medidas contra Israel.

Ao mesmo tempo, há um acordo sendo negociado para a normalização das relações de Israel com a Turquia, que estão prejudicadas desde 2010. Dia 7 de junho, Tuğrul Türkeş, político que mantém boas relações com Israel, foi nomeado vice-primeiro ministro. Segundo a imprensa local, “isso não é coincidência” e faz parte de um plano maior.

Enquanto atos de terrorismo voltaram a ocorrer em território israelense esta semana, a Casa Branca ofereceu pouco mais que palavras para o seu aliado histórico.

Na verdade, Obama pediu que o Congresso não aprovasse um repasse de 455 milhões de dólares, destinado a compra de sistemas de defesa para Israel. Isso pode interferir na segurança nacional.

Com a perspectiva de Hillary Clinton ganhar a eleição a situação só piora, pois são constantes as denúncias que ela e o marido estão sendo financiados por países muçulmanos como Arábia Saudita e Jordânia.

Segundo analistas, Israel já não pode contar com os Estados Unidos para a sua segurança. Se antes eles foram os maiores amigos de Israel, as decisões mais recentes apontam para uma mudança dramática, que pode se concretizar ainda este ano, pois Obama estaria para apresentar uma “solução final” para o conflito de Israel e Palestina, que inclui dividir Jerusalém.

Cenário profético

Especialistas, como o Doutor Mark Hitchcock, afirmam que as notícias que estampam os jornais de hoje revelam a existência de uma nova aliança de nações que repetem os tempos bíblicos. Sabe-se que seu inimigo comum seria Israel. “É como se as manchetes de hoje fossem escritas há 2.600 anos”, declarou.

O cenário que se desenrola parece remeter à profecia de Ezequiel 38. Conhecida como a guerra de Gogue e Magogue. O texto fala sobre uma aliança de nações que guerreiam com Israel.

Hitchcock diz que nações como Rússia, Irã, Líbia e Turquia nunca foram aliadas ao longo da história, mas nos últimos tempos esses países não são apenas destaque nas manchetes, eles parecem estar formando alianças com Israel que podem ser rompida.

Os Estados Unidos, que não fazem parte da profecia pois não se conhecia as Américas na época, está ausente do cenário, o que Obama pode fazer se tornar realidade.

Haverá grandes poderes mundiais unidos nessa batalha:
1 – a federação de dez reinos, que constitui a forma final do quarto grande Império Mundial (União Europeia)
2 – a federação do Norte, (Rússia/Turquia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, que pode ser uma coligação de poderes do Norte da África, como Líbia e Egito.
William McCants, do Centro Brookings para Política do Oriente Médio, afirma que o cenário atual também coincide com as previsões apocalípticas muçulmanas. Para os seguidores de Maomé, o fim do mundo será anunciado pela guerra em Damasco, capital da Síria, e o surgimento de um tipo de “anticristo”, chamado pelo Islã de ad-Dajjal.

 
FONTE:
https://noticias.gospelprime.com.br/obama-rejeita-israel-apoio-russia/?utm_content=buffer9fc79&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer
 
 

6 de jun de 2016

OS "ANZÓIS" QUE ARRASTARÃO GOGUE A MAGOGUE A "TOMAR O DESPOJO" A ISRAEL

Israel tem-se tornado uma potência económica regional, não apenas devido à sua tecnologia, agricultura, ciência, capacidades militares, etc., mas graças aos recursos de gás natural recentemente descobertos em pleno mar, mais propriamente na zona marítima entre Israel e a ilha de Chipre.
Mas esta súbita riqueza natural que fará com que Israel se torne auto-suficiente em gás natural para os próximos 150 anos provoca sentimentos mistos no estado judaico: por um lado, uma justificada euforia pela riqueza natural desconhecida até há 5 anos atrás e agora uma impressionante fonte de riqueza. Mas por outro lado, uma preocupação relativa às reacções da toda poderosa Rússia, detentora e exportadora de algumas das maiores reservas de gás natural, e que agora olha para esta "competição" israelita com olhos vorazes, quem sabe até desejos de rapina.

Com Putin como presidente, a Rússia tem conhecido um crescimento económico ímpar, devido em parte à exportação do "seu" gás natural para os países do Médio Oriente e Europa. Obviamente que a Rússia não vai aceitar que agora apareça um competidor, ainda por cima alguém chamado Israel, a interferir no seu filão de gás natural, ao exportar para países vizinhos com os quais assinou acordos de paz - Egipto e Jordânia - e provavelmente até à própria Europa. Sob o título "A fortuna de Israel é o terror de Putin", o jornalista  Arthur Herman escreveu recentemente no "The New York Times": "esses campos de gás natural e de petróleo, denominados de Tamar e Leviathan, prometem a Israel um imprecedente grau de independência energética e um lucrativo mercado exportador para os seus vizinhos árabes, incluindo o Egipto e a Jordânia. E eles ameaçam desafiar o domínio do gigante energético russo Gazprom no mercado do gás natural europeu.
A empresa russa Gazprom forneceu em 2013 cerca de um quarto de todo o gás natural para a Europa, e a tendência é para um aumento da procura. No entanto, os europeus sabem que pagam demasiado caro à empresa russa - cerca de duas vezes e meia mais do que os americanos pagam pelo seu gás natural - apesar de a Gazprom produzir com custos económicos.
Eles (os europeus) também sabem que os russos não terão medo de usar as suas exportações de gás natural como forma de chantagem, tal como fizeram com a vizinha Ucrânia em 2009."

ISRAEL EXPORTADOR DE GÁS NATURAL? As exportações do gás natural de Israel poderão logicamente ser feitas na forma de gás natural liquefeito - LNG - que será mais seguro do que utilizar condutas que os terroristas poderão atacar. Isso seriam boas notícias para os países da União Europeia, que os levariam a tornarem-se melhores parceiros económicos e políticos com Israel, e isso à custa da Rússia...
Ninguém duvida que essas são as intenções de Israel. Mas também as inquietações da Rússia...
 
A AMBIÇÃO RUSSA
Logo que Israel começou a explorar o seu gás natural, a empresa russa Gazprom correu imediatamente para fazer uma parceria com os israelitas, oferecendo-se para liquefazer algum do gás proveniente do campo de Tamar. Mas muitas pessoas duvidam das reais intenções da Rússia ao "ajudar" Israel a tornar-se um futuro competidor.
A verdade é que o filão de gás natural de Israel está a provocar a avidez de algumas potências. Recentemente, uma empresa australiana comprou 25% da exploração do campo Leviathan. Mas neste momento ainda não se sabe quanto do gás natural é que o governo israelita vai decidir usar para exportação, e quanto irá reservar para consumo interno.
As previsíveis exportações israelitas para os seus vizinhos árabes e até para a Autoridade Palestiniana - a empresa norte-americana "Noble", parceira de Israel na exploração do gás natural já assinou um contrato com a empresa energética palestiniana, a começar em 2017 - poderá suavizar as tensões entre Israel e os seus vizinhos árabes e palestinianos, e isto em nada agradará a uma Rússia que se habituou a lucrar com a instabilidade da região, podendo até levar a uma perda do seu domínio e influência política e económica no Médio Oriente. 
Ora, é aqui que se levanta a grande questão: como irá a toda-poderosa Rússia dirigida por um ambicioso Putin reagir face a esta ameaça económica israelita? 
 
NOVO FOCO DE TENSÃO INTERNACIONAL?
Já há quem se interrogue se os campos de exploração petrolífera de Israel não se tornarão num novo campo de guerra, uma vez que provocarão uma insaciável avidez aos poderes estabelecidos na região, como é o caso da Rússia...
Será coincidência a crescente concentração de forças navais naquela região do Mediterrâneo Oriental? Tanto Israel, como a Turquia, a Rússia e até o Hezbollah (pária do Irão) concentram ali a sua presença, sabendo-se que só a Turquia vai investir 1 bilião de dólares para a compra de barcos de assalto rápido. 
O conflito já é latente entre Israel e o Líbano - oficialmente em estado de guerra - provocado pela divisão de águas, uma vez que um dos campos energéticos de Israel - a base Levant - se encontra na fronteira marítima entre os 2 países.
 
UMA RIQUEZA FENOMENAL...
Segundo o diário "The Daily Beast", aquela área do Mediterrâneo deverá conter cerca de 122 triliões de pés cúbicos de gás natural e 1,6 biliões de barris de petróleo - provavelmente até o dobro disso. Esta base de recursos naturais nas profundezas marítimas inicia-se junto ao porto sírio de Tartus (que é onde os russos estabeleceram a sua base naval...), percorrendo toda a costa do Líbano, Israel e Gaza e chegando até à costa cipriota. 
A exploração do gás natural nestes gigantescos campos energéticos tem sido feita com parcerias entre empresas israelitas e as americanas "Noble Energy" e o "Delek Group", levando a impressionantes descobertas nos anos 2009 e 2010. Isso inclui o gigantesco campo Tamar, cuja exploração se iniciou em 2013 e o campo Leviathan onde se estima existirem 18 triliões de pés cúbicos de gás. As projecções apontam para uma auto-suficiência israelita para os próximos 150 anos!
 

AS PROFECIAS DE EZEQUIEL SOBRE OS "ANZÓIS" 
Há mais de 2.500 anos o profeta Ezequiel "viu" uma situação futura, enquadrada no período dos "últimos dias" e que poderá ter algo a ver com toda esta questão da riqueza energética israelita.
Eis o que ele escreveu: "Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu sou contra ti, ó Gogue (muitos estudiosos acreditam tratar-se da Rússia), príncipe e chefe de Meseque e de Tubal. E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército..." (Ezequiel 38:3, 4).
"E acontecerá naquele dia que subirão palavras no teu coração, e maquinarás um mau desígnio, e dirás: Subirei contra a terra das aldeias não muradas, virei contra os que estão em repouso, que habitam seguros (Israel); todos eles habitam sem muro, e não têm ferrolhos nem portas; a fim de tomar o despojo, e para arrebatar a presa, e tornar a tua mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas, e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual adquiriu gado e bens, e habita no meio da terra." (Ezequiel 38:10-12).
A Bíblia profetiza então que um dia, Deus porá "anzóis" nos queixos de Magogue, para trazê-lo até Israel, onde planeará "tomar o despojo e arrebatar a presa" a um "povo insuspeito".
Serão os campos de gás natural recentemente descobertos em Israel e futuras descobertas de petróleo "o anzol" que trará esta força invasora até Israel?
Vários cenários se tornam então possíveis:
Será que um ataque preventivo de Israel às instalações nucleares do Irão provocará uma pronta intervenção da Rússia, inequívoca aliada do Irão? O Irão - antiga Pérsia - é citado como uma das nações que fará parte dos invasores. Numa situação dessas, seria a Rússia levada a tomar conta dos campos energéticos de Israel, sendo assim "puxada pelo anzol", numa acção que parece não ter alternativa?
Será a Rússia "tentada" a invadir Israel para possuir os seus vastos recursos naturais, de forma a dessa forma controlar totalmente toda a produção e fornecimento de gás natural e até petróleo?
 
DEUS PROTEGERÁ ISRAEL
Não sabemos. Uma coisa porém é certa: Deus, o Protector de Israel, não ficará indiferente. Ele promete uma terrível vingança contra Gogue e seu séquito invasor: "Sucederá, porém, naquele dia, no dia em que vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, que a Minha indignação subirá à Minha face...certamente naquele dia haverá grande tremor sobre a terra de Israel, de tal modo que tremerão diante da Minha face os peixes do mar, e as aves do céu, e os animais do campo, e todos os répteis que se arrastam sobre a terra, e todos os homens que estão sobre a face da terra; e os montes serão deitados abaixo, e os precipícios se desfarão, e todos os muros desabarão por terra.
Porque chamarei contra ele a espada sobre todos os Meus montes, diz o Senhor Deus; a espada de cada um se voltará contra seu irmão. E contenderei com ele (Gogue = Rússia?) por meio da peste e do sangue; e uma chuva inundante, e grandes pedras de saraiva, fogo, e enxofre farei chover sobre ele, e sobre as suas tropas, e sobre os muitos povos que estiverem com ele.
Assim Eu Me engrandecerei e me santificarei, e Me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que Eu sou o Senhor." (Ezequiel 38:18-23).
Shalom, Israel!
 
 
FONTE:
http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/02/os-anzois-que-arrastarao-gogue-magogue.html