28 de jul de 2015

Sinais Que Anunciam o Arrebatamento

 
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Neste ponto os teólogos se divergem bastante. Há o grupo dos que creem que os sinais são para indicar a época da Vinda de Jesus nos ares para buscar a Sua Igreja; existem os que creem que os sinais norteiam os dois casos; e, também tem aqueles que afirmam que os sinais só apontam para a Segunda Vinda de Jesus na Terra para estabelecer o Seu Reino Milenar. O segundo caso nos parece mais óbvio; de qualquer modo, sendo para uma das situações o resultado será a orientação da época.

Em 1 Ts 5.1-4 encontramos o seguinte: “Irmãos, relativamente aos tempos e as épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa”.

Como podemos observar, ninguém saberá o dia nem a hora, “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” Mt. 24.36, porém, os que andam na Luz tem nos sinais uma orientação da época do grandioso dia. A igreja é também denominada noiva e esposa do Cordeiro, Ap 19.7, 21.9. Alguém já viu uma noiva não saber da época de seu casamento? Também é comum entre as noivas o aumento euforia e ansiedade a cada dia que se aproxima do casamento. Assim os cristãos, sentem nos sinais (os preparativos para a festa) e no coração devido sua comunhão com o Espírito Santo (amor pelo esposo) que o Grande Dia do Arrebatamento está chegando.

Alguns sinais:

Falsos Cristos enganando a muitos, guerras, rumores de guerras, nação contra nação, reino contra reino, haverá fomes, terremotos em vários lugares, tribulação, assassinato, cristãos odiados por causa do nome de Jesus, muitos se escandalizarão, traição, ódio uns dos outros falsos profetas que enganarão a muitos, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos, Mt 24.5-12.

 
Um sinal muito interessante 

Vejamos o que diz o trecho de 1 Ts 2. 1-8:

“Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda”.

Aqui vemos dois sinais que só poderão acontecer no extremo-fim do período da Graça: A apostasia (Dr Aurélio: Separação ou deserção do corpo constituído (de uma instituição, de um partido, de uma corporação) ao qual se pertencia. 2. Abandono da fé de uma igreja, especialmente a cristã: e 3. Abandono do estado religioso ou sacerdotal). E a presença do anti-Cristo com o seu poder detido devido a presença da Igreja e do Espírito Santo com a Sua função de Consolador.

Obviamente que, se o anti-Cristo vai governar logo que a Igreja for assunto ao Céu, então ele deverá estar presente por um tempo juntamente com a Igreja do Senhor, mais precisamente a Igreja que estiver vivendo na época do Arrebatamento.

O mundo já está politicamente pronto para ser governado pelo anti-Cristo.

Tudo está caminhando para se cumprir o que a Bíblia diz a respeito do governo do anti–Cristo tipificado nos pés da estátua que Daniel viu, “E, quanto ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo, haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo. E, como os artelhos eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão uns ao outro, assim como o ferro se não mistura com o barro”, Dn 2. 41-43.

Na visão dos animais Daniel o seguinte representando também o Iníquo: “E, quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros e abaterá a três reis. E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo”, Dn 7. 24-25.

Quem poderia dizer a vinte anos atrás que hoje existiria condições satisfatórias, através da informática, de identificar controlar totalmente a todos os moradores do planeta simplesmente através de um código? Pois bem, João descreveu este assunto assim: “...e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos; faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” Ap 13. 15-18.

Amados, despertemo-nos! Lembremo-nos que, se estas coisas estão próximas a acontecer significa que Jesus está mais às portas do que possamos imaginar. 
 
Enoque Rodrigues Nogueira
 
 
FONTE:
http://oleirosdorei.blogspot.com.br/2015/07/sinais-que-anunciam-o-arrebatamento.html 
 
 

7 de jul de 2015

O princípio do fim




O cenário está posto e os acontecimentos na Terra são dirigidos pelo céu. Apocalipse 4 contém a visão registrada do apóstolo João sobre a sala do trono nos céus, de onde se desdobram os planos de Deus para Seu Reino terreno. Louvor contínuo é oferecido para o supremamente santo Deus, cujos direitos como Criador estão próximos de serem revelados.

O Livro Selado (Ap 5.11-14)

A cena enfoca um livro que ninguém é capaz de abrir, que está sendo segurado pela mão direita de Deus. Ele contém o relato escrito do programa de Deus para recuperar a terra amaldiçoada pelo pecado e estabelecer Seu reino de paz e justiça.
Somente uma pessoa surge como sendo digna de tomar o livro e abrir seus selos: “o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi” (Ap 5.5). A referência é a Jesus, o Messias, o único que é digno de tomar o livro do plano mestre de Deus para o destino final da Terra e de abrir os sete selos que o fecham. A morte sacrificial de Jesus proporcionou a base para a expressão do juízo final que Deus conduzirá na história humana, como será descrito adiante no Livro de Apocalipse.
João estabeleceu o palco e depois enfocou o livro. Esta cena mostra Cristo quebrando os sete selos de cera que protegem a mensagem escrita em ambos os lados – uma mensagem de juízo para os pecadores e de bênção para o povo de Deus. Cada selo representa um juízo diferente. Os quatro primeiros selos são uma unidade e mostram quatro cavaleiros cavalgando por toda a terra, ecoando Zacarias 1.8-10 e Zacarias 6.1-8.
Os selos restantes revelam cenas mais amplas da ira de Deus, que coloca o mundo sob juízo por sete anos de devastação, acabando com a vida na Terra, do modo como a conhecemos. Apenas depois deste evento é que a terra será preparada para o retorno do Messias de Deus, quando os crentes “reinarão sobre a terra” (Ap 5.10).

Primeiro Selo: o Anticristo (Ap 6.1-2)

O primeiro cavaleiro vem em um cavalo branco. Diferentemente de Apocalipse 19.11, em que o cavaleiro é Jesus Cristo, neste contexto o cavaleiro é o Anticristo. Seu papel como conquistador é compatível com a descrição que o Antigo Testamento faz do rei do final dos tempos que conquista seus rivais para estabelecer sua própria autoridade iníqua (Dn 7.8,20-25).

Segundo Selo: A Guerra (Ap 6.3-4)

Batalhas mundiais estouram, como é simbolizado pelo cavaleiro em um cavalo vermelho. As pessoas matarão umas às outras em guerras e violência, marcando o início do período final da história do mundo.
“Sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte” (Ap 6.12-13).

Terceiro Selo: Fome (Ap 6.5-6)

Um cavalo preto surge com um cavaleiro segurando uma balança, que simboliza o preço inflacionado dos alimentos como resultado da fome causada pelas batalhas em larga escala do segundo selo.

Quarto Selo: A Morte (Ap 6.7-8)

A seguir vem um cavalo pálido, amarelo,“sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo” (Ap 6.8). Ele anuncia a destruição de um quarto da população do mundo por causa do efeito cumulativo da guerra, da pobreza e da fome. Além disso, animais selvagens estarão soltos, aumentando a carnificina humana.
Hoje a população do mundo é de cerca de 7 bilhões. Imagine a morte súbita de mais de 2 bilhões de pessoas, as populações atuais da China e da Índia juntas; é algo incrivelmente amedrontador. Este é somente o início do juízo de Deus para o mundo decaído, em preparação para Seu Reino vindouro.

Quinto Selo: Martírio (Ap 6.9-11)

Aqui a cena muda da Terra para o céu, à medida que as vozes dos mártires da Tribulação, em estado incorpóreo, clamam a Deus por vingança. Esta cena é tanto encorajadora quanto grave. Ela revela que a Tribulação produzirá muitos crentes em Jesus Cristo, mas também que muitos deles serão mortos por causa de sua fé.
Esses crentes refletem o desejo pela justiça de Deus: “Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro. Não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (v.10). Deus fala a nós todos: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm 12.19).

Sexto Selo: Catástrofes Planetárias (Ap 6.12-14)

A terra e o céu começam a reagir à mão de juízo de Deus. Um poderoso terremoto rearranja as montanhas e as ilhas em conjunto com catastróficas perturbações solares e lunares, à medida que Deus abala os céus e a terra (cf. Ag 2.21; Hb 12.26). João usou de linguagem não-científica para descrever as trevas do Sol, a vermelhidão da Lua e a queda das estrelas: “Sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte” (Ap 6.12-13).
Ele descreveu a aparência destes corpos celestes como resultado dos quatro primeiros selos e de seus efeitos destrutivos sobre a atmosfera. A Escritura do Antigo Testamento também revela o severo juízo de Deus por meio de perturbações cósmicas (Êx 10.21-23; Is 13.9 10; Is 34.4; 51.6; Ez 32.7-8; Jl 2.2,31; Jl 3.16; Am 8.9; Sf 1.14-15). Jesus citou Sofonias quando disse: “Logo em seguida à Tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mt 24.29).
Neste ponto, o terror tomará conta dos líderes mundiais, que ficarão impotentes para impedir essas calamidades. A humanidade tentará em vão esconder-se da ira do Cordeiro,“porque chegou o grande Dia da ira deles” (Ap 6.16-17). A humanidade testemunhou breves explosões da ira de Deus, tais como aquela quando Ele destruiu Sodoma e Gomorra por causa do pecado dessas cidades (Gn 18.20; Gn 19.24-25), e quando Ele executou Ananias e Safira porque mentiram (At 5.5-10).
Mas, como a atitude de paciência de Deus predomina, freqüentemente nos esquecemos de Seu atributo de justiça. As Escrituras são claras ao afirmar que Deus é tanto misericordioso quanto justo. Seu amor e Sua misericórdia nunca amainam a Sua ira: “O Senhor é Deus zeloso e vingador. O Senhor é vingador e cheio de ira; o Senhor toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos” (Na 1.2). O tema da ira de Deus começa em Apocalipse 4 e continua por todo o livro (Ap 11.18; Ap 14.10,19; Ap 15.1,7; Ap 16.1,19; Ap 19.15).
Os crentes em Cristo têm a promessa de completo livramento da ira de Deus na Terra e do eterno Lago de Fogo: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.9), “…que nos livra da ira vindoura” (1Ts 1.10). Agora os pecadores estão acumulando contra eles mesmos “ira para o dia da ira e da revelação do juízo de Deus” (Rm 2.5).
Um dia Deus liquidará todos os pecados que os incrédulos depositaram em suas contas. Aqueles que entrarem na Tribulação de sete anos sentirão a ira de Deus de maneira sem paralelo, culminando com a sentença de punição eterna no Lago de Fogo (Ap 20.15).
O planeta inteiro estará sofrendo sob a maldição do pecado e do decreto da ira de Deus. O silêncio é uma pausa antes do derramamento adicional da ira de Deus através das sete trombetas.

Sétimo Selo: Silêncio (Ap 8.1)

Depois de um interlúdio no qual o apóstolo João descreveu os 144 mil israelitas “servos do nosso Deus”, que foram selados (Ap 7.1-8) e a grande multidão no céu (Ap 7.9-17), o selo final é aberto. Em vez de conter uma descrição de juízo, o resultado é: “Houve silêncio no céu cerca de meia hora” (Ap 8.1).
O sétimo selo reflete o descanso doshabbath na semana da criação, mas em um contexto completamente diferente. Após a criação, tudo na terra de Deus “era muito bom” (Gn 1.31); agora, tudo na Terra está longe de ser bom. O planeta inteiro estará sofrendo sob a maldição do pecado e do decreto da ira de Deus. O silêncio é uma pausa antes do derramamento adicional da ira de Deus através das sete trombetas.  


(William L. Krewson – Israel My Glory – chamada.com.br)
William L. Krewson é o diretor do Programa A Bíblia e Israel na Universidade Bíblica Filadélfia em Langhorne, Pennsylvania, EUA.