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24/10/2014

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas


 

Os homens que se encontram no primeiro plano da vida política têm realmente o poder entre suas mãos? Para Serge Hutin, autor de Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, o destino das nações depende, frequentemente de grupos de homens que não estão investidos de cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, verdadeiros governos ocultos que decidem o nosso destino sem o nosso conhecimento.

Pesquisa de Iliana Marina Pistone

Ao observarmos um formigueiro, as formigas parecem perambular a esmo, numa atividade febril e inútil, quando, de fato, todas as ações individuais têm como fim o mesmo alvo comum, cujas constantes são determinadas da forma mais categórica pela “alma coletiva” do formigueiro. Observando-se toda a seqüência da história, repleta de acontecimentos humanos, de contínuas reviravoltas que se manifestaram durante séculos, somos levados a perguntar se tudo isso tem algum sentido de coerência e se esse conjunto aparentemente caótico constituído pela humanidade pode ser comparado a um imenso formigueiro.

Essa é a questão principal levantada por Serge Hutin, na tentativa de explicar os grandes enigmas da história através da existência de governantes invisíveis e sociedades secretas, que regeriam o mundo. Examinando-se a história humana de um ponto de vista geral, notamos, de um lado, o equilíbrio, a ordem harmoniosa, a organização artificial. De outro lado, o caos completo, a desorganização, a desagregação. Hutin questiona se essa continuidade de eventos pertence ao acaso ou se até mesmo as forças caóticas não estariam obedecendo a diretrizes detalhadas, sob a orientação de governantes invisíveis.

Robert Payne, um autor inglês, publicou, em 1951, o livro intitulado Zero, The Story of Terrorism, no qual relata a existência de dirigentes ocultos que, à sombra de vários governos visíveis em vários países, manejavam essa terrível arma do terrorismo, sobrepujando até os poderosos grupos econômicos, cujo papel secundário limitava-se ao financiamento. Fatos estranhos passaram a acontecer após a publicação do livro, desde a compra de todos os estoques disponíveis por misteriosos emissários, até a quase falência da Wingate, uma das mais sólidas editoras no mercado londrino e, finalmente, a morte inexplicável do autor, alguns meses depois.

UMA PIRÂMIDE DE TRÊS DEGRAUS

Quanto a isso, Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista secreta de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno secreto, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas.

Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas úteis, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais bizarros onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, culturais, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas.

Em 1945, em Paris, Raoul Husson (1901-67), fisiólogo e psicólogo, publicou um livro, sob o pseudônimo de Geoffroy de Charnay, nome de um dos grandes templários franceses, condenado à morte pelo fogo, em 1314, junto com o grande mestre Jacques de Molay. Nesse livro, Husson revelou que as sociedades secretas internacionais formavam uma pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos são ricos ou poderosos que desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades.

CEMITÉRIOS REPLETOS DE GENTE INSUBSTITUÍVEL

Gurdjieff, o conhecido “mago” caucasiano, teria sido, no século 20, um destes personagens que chegaram ao ponto mais alto do domínio invisível dos assuntos humanos. De fato, Gurdjieff declarou: “Tive a possibilidade de me aproximar do sancta sanctorum de quase todas as organizações herméticas, ou seja, sociedades religiosas, ocultas, filosóficas, políticas ou místicas, e que são vedadas aos homens comuns”.

Muito já foi dito da ação, freqüentemente ignorada, mas poderosa, das sociedades secretas que “dominam o mundo”. Como exemplo, há a franco-maçonaria e seu desempenho marcante ao longo da Revolução Francesa. Outro grupo de ação notável foi o dos iluminados da Bavária controlado por Rothschild, no século 18, cujo “poder oculto” teria levado Napoleão Bonaparte ao poder.

Bonaparte teria alcançado o mais alto grau na Ordem dos Iluminados, além de Ter sido maçom e alto dignitário de outras ordens fraternais ; entre elas a Fraternidade Hermética, que ele conheceu na época da campanha egípcia.

Gérard Serbanesco, terceiro volume de sua obra Historie de la Franc-Maçonnerie Universelle, reproduz o relato de Napoleão sobre a cerimônia de sua iniciação.

Lamentavelmente, a partir do momento em que Napoleão se deixou dominar pela sua ambição pessoal, não sendo mais o executador de planos secretos, a boa sorte o abandonou e o seu destino mudou.

Outra personalidade que recebeu iniciação numa seita de filiação templária foi Cristóvão Colombo, que, contrariamente à teoria tradicional, não teria iniciado sua viagem às cegas. Em Les Mystéres Templiers, Louis Charpentier conta como Colombo recebeu, dos navegadores a serviço do Templo, o conhecimento de uma rota que levava ao novo mundo e a missão da descoberta. Charpentier reuniu, a esse propósito, provas realmente interessantes.

Questões podem ser igualmente levantadas quanto à fulminante carreira de Joana D’Arc. Numa época em que todas as mulheres eram categoricamente excluídas de qualquer atividade política, todas as portas, até as mais fechadas, abriram-se para ela. Apesar de ser mais fácil explicar a sua atuação através da santidade, pode-se também supor que a sua missão tenha sido apoiada, se não preparada, pela intervenção de uma poderoso sociedade secreta. A que estaria relacionado o grande segredo que ela só quis confiar ao futuro Carlos VII?

Por outro lado, toda vez que algo ou alguém parece obstacular o determinismo cíclico, a ação dos governos invisíveis, que agem implacavelmente, faz-se presente. Desse forma, vários atentados políticos, atribuídos a fanáticos isolados ou acidentes, foram reconhecidos como execuções friamente decididas. Nesses casos, o assassino existe, mas é somente o agente que executa uma tarefa decidida por um poderoso grupo oculto.

O assassinato do presidente Kennedy permanece ainda hoje envolto em mistério. Quanto a isso, Hutin menciona quatro pontos inquietantes:
1) “Por acaso”, somente o prédio de onde saíram os tiros fatais não estava sendo vigiado pela polícia de Dallas.

2) Já preso, o assassino foi convenientemente liquidado dentro da delegacia por um “justiceiro”, que, por sua vez, morreu convenientemente de “câncer generalizado”.

3) Por uma série de estranhas coincidências, um número impressionante de testemunhas do crime desapareceu e, em todos os casos, foi por acidente.
Não seria interessante levarmos em conta a intervenção de estranhos “invisíveis”que seguram o fio da história?

Bastante elucidativa é a sentença que diz: “Os cemitérios estão repletos de gente insubstituível”.

Os políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy.

Em 15 de setembro de 1912, Revue Internationale des Sociétés Secrètes relata uma sentença dita por uma personalidade importante, uma espécie de eminência parda da política européia, que se teria manifestado da seguinte forma, a respeito do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria: “É um bom moço. É uma lástima que esteja condenado. Vai morrer nos degraus do trono”. Esse tipo de declaração nos faz refletir: o destino do arquiduque Francisco Fernando da Áustria, cujo assassinato em Serajevo daria ensejo à deflagração da Primeira Guerra Mundial, já estava decidido dois anos antes do fato. Quem teria tomado a decisão? Voltamos novamente aos governantes invisíveis.

Dessa forma, tudo leva a crer que a guerra de 1914 já estava sendo esperada, preparada e “programada”, dois ou três anos antes do seu início.

OPUS DEI LIGADA AOS GOVERNANTES SECRETOS

Observando-se os acontecimentos de nossos dias, poderíamos encontrar a prova irrefutável, de que vários grupos de seitas “espirituais”, alguns dos quais talvez ligados aos governantes secretos do mundo, têm realmente uma atividade temporal definida. Em 1969 vários dirigentes da Opus Dei infiltraram ativamente no governo franquista, apresentando, dessa forma, a sua influência política concreta, não somente na Península Ibérica, com um movimento que já contava com mais ou menos 50 mil membros no mundo inteiro. A Opus Dei afirma: “Somos unicamente uma associação de fiéis, cujas finalidades são só religiosas e apostólicas”, fazendo com que seus adeptos sigam normas de vida católica na sua totalidade, não apenas no que diz respeito à vida particular, mas também na integração dentro da profissão e da sociedade. Muitas obras beneficentes e fundações altruístas surgiram: clínicas, escolas, centros culturais e casas para estudantes. Seria o caso de não excluirmos a eventualidade de contatos sigilosos entre essa organização e sociedades ou até remanescentes ocultos da Inquisição espanhola.

A SINARQUIA DO IMPÉRIO

Para se reconhecer, entre os personagens conhecidos ou desconhecidos da grande história, quais deles teriam recebido suas tarefas dos governantes invisíveis, é preciso distinguir duas categorias de personalidades: uma constituída por homens que tiveram papel de destaque no plano histórico.

A segunda categoria compreenderia os personagens que não aparecem em nenhum livro de história: tiveram um papel ativo, apesar de secreto, influenciando a situação histórica e política.

Timothée-Ignatz Trebitsch, um aventureiro judeu, foi uma eminência parda, utilizado para facilitar o advento do nazismo na Alemanha. Outra personalidade que parece ter tido um papel importante no campo da política secreta é o “mago satanista” inglês Aleister Crowley (1875-1947). Num passado mais remoto, vamos encontrar as enigmáticas figuras do conde de Saint-Germain e de Cagliostro.

O nome “sinarquia”, pela sua etimologia grega, pressupõe a realização de uma ordem sagrada num equilíbrio perfeito, de uma harmonia complexa, que seria o reflexo das leis cósmicas.

A Sinarquia do Império tinha uma estrutura hierárquica, essencial para o sistema, e que era resumida no seu símbolo: um triângulo em quatro níveis, mostrando, em seu interior, um olho, e cujo vértice coincidia com a extremidade de uma estrela de cinco pontas. Em todas as sociedades secretas realmente poderosas encontramos sempre esta estrutura hierárquica, cujos diferentes níveis de atividades são estritamente separados, de forma que cada grupo atue no seu nível e para que os chefes supremos possam agir sem nunca serem percebidos.

O GRANDE MONARCA, ANUNCIADO POR NOSTRADAMUS

É muito interessante notar como o antagonismo entre o bem e o mal se faz presente em todos os campos. No fim do ciclo terrestre, a ação das forças demoníacas seria terrível, prega a tradição. A profecia revelada a Salete, na França, em 1846, com relação ao fim do mundo, é apavorante. Ainda segundo uma tradição francesa, espera-se a aparição, para depois dos acontecimentos apocalípticos, de um soberano, o grande monarca, anunciado por Nostradamus e aguardado com tanta ansiedade. São várias as versões quanto à identificação desse grande monarca.

O que se conclui é que os aspectos negativos no mundo, o lado demoníaco da continuidade histórica, enfim, o que se chama de mal, pode ser encarado como um aspecto decididamente lamentável, mas cosmicamente inevitável no desenvolvimento do ciclo terrestre. O próprio mal é uma necessidade metafísica a ser integrada no plano divino.

 

De acordo com uma tradição oral, as Sinarquias do Império usariam, também, como senha, o antigo símbolo chinês que indica a complementação indissolúvel e a ligação inexplicável entre os dois pólos cósmicos universais, positivo e negativo. Esse tradicional e significativo símbolo se chama Yin-Yang. Nenhuma manifestação poderia ter acontecido nem acontecer sem essa complementação cósmicas dos dois contra-pontos. É comum encontrar-se em todas as tradições alusão à existência de governantes invisíveis secretos, personalidade misteriosas que controlam o desenvolvimento da história humana e modo minucioso. E o que se sabe dizer é que essas figuras misteriosas aparecem quando sua presença é muito necessária.

Na tradição dos rasacruzes existe uma hierarquia de mestres desconhecidos, um conselho constituído por doze homens, que supervisionam a evolução da humanidade. Acima deles existiria outra hierarquia de entidades que já superaram o nível mortal humano, conhecida como o invisível permanente.

Assim como existe a iniciação autêntica, que transporta a um estado supra-humano, há em contrapartida a “pseudo-iniciação”, cuja finalidade é a divulgação da subversão e do caos, trabalhando para o “fim do mundo”. Ao que parece, essas forças contrárias estão incluídas no plano divino.

Todo homem possui no seu íntimo a possibilidade de adquirir poderes para elevar-se a um nível superior, mas poucos são os que o conseguem. Ouspensky, discípulo de Gurdji-eff, cita em Fragments d’un Enseignement Inconnu a seguinte observação feita por seu mestre: “Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los… Se duzentos homens despertos achassem necessária uma intervenção, poderiam mudar todas as condições de existência na Terra”.


O domínio dos dirigentes ocultos dos grupos por eles supervisionados se faz também do uso sistemático da força psíquica dos símbolos. É fácil constatar, especialmente nas ideologias que exploram as massas, o uso e a eficácia dos símbolos, verdadeiras “armas” que ativam e despertam a energia que se encontra profundamente arraigada na psique humana, na parte que constitui o inconsciente coletivo da humanidade. Assim, vamos encontrar a cruz gamada ou suástica, um dos símbolos mais antigos e mais significativos da humanidade, encontrado no mundo inteiro: Europa, Oriente Médio, Asia e Americas ao longo da história. Num primeiro tempo a suástica representou, simbolicamente, a rotação das sete estrelas da Ursa Maior em volta da estrela Polar. Em seguida, o seu significado ampliou-se e passou a ser o símbolo do movimento cósmico. Dependendo da direção em que se dobram os braços da cruz, a suástica chama-se direita, representando a fase evolutiva, ou, ao contrário, invertida, representando a fase regressiva de um ciclo terrestre no seu conjunto. Os chefes nazistas teriam escolhido a suástica invertida como símbolo da sua ideologia de maneira proposital, com o intuito de se valer das forças involutivas, caóticas e desintegrantes. No seu delírio, a ideologia nazista usou uma influência invertida do Antigo Testamento, no que diz respeito ao povo eleito de Israel, à raça eleita. É bem possível, portanto, que Hitler tentasse “ajudar” o ciclo terrestre, pensando que quanto mais apresentasse as catástrofes, mais rapidamente chegaria a Idade de Ouro, e todo o mal desapareceria!

O texto sânscrito Vishnu Purana descreve que a época de Kali, ou seja, da detruição, poderá ser identificada quando “a sociedade atingir um nível em que a riqueza for a única fonte de virtude, a paixão constituir o único laço de união ente marido e mulher, a falsidade for a matriz do sucesso na vida, o sexo o único meio de prazer, e quando os ornamentos exteriores se confundirem com a religião interior”.

Guénon, um espírito muito lúcido e sensível à percepção dos sinais apocalípticos do nosso tempo, é autor do livro A Era da Quantidade e o Sinal dos Tempos, escrito no período entre as duas guerras, onde preconiza a robotização das massas: “Os homens ficarão uns autômatos, animados artificial e momentaneamente por uma vontade infernal, e isto dará uma idéia nítida do que acontece à própria beira da dissolução final”.

Hoje, o que podemos perceber é que as influências mágicas mudaram na sua forma, no seu ritual e na sua aparência, mas as técnicas de condicionamento metal continuam existindo. Basta observarmos com que facilidade se lança uma moda. O que pode ser feito com a moda pode ser aplicado em muitos outros campos, porque o comprimento de uma saia e um slogan político, além do controle da informação, podem ser divulgados da mesma maneira, observou Robert Mercier.

Goebbels, o único ministro da propaganda nazista, sabia perfeitamente que as massas podem ser manobradas, porque prevalece a lei pela qual o comportamento de uma coletividade desorganizada é sempre caracterizado pelo nível intelectual mais baixo.

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, de Serge Hutin, publicado no Brasil pela editora Hemus, examina em profundidade uma tese defendida por muitos estudiosos ligados à corrente do realismo fantástico (entre os quais o falecido Jacques Bergier). Essa tese afirma que, desde os primórdios da história, o mundo é governado na realidade por homens ou grupos de homens só muito raramente conhecidos: os membros de sociedades supersecretas. Sua existência nunca é pressentida, até o momento em que um fato imprevisível os leva a manifestarem-se abertamente.

Esses homens, por sua vez, obedeceriam a determinações de poderosas inteligências ainda mais ocultas e de compreensão praticamente impossível para o comum dos homens. Como escreveu o autor americano Philip José Farmer, em seu livro O Universo às Avessas: “Poderes sobre-humanos dirigem, do vértice da pirâmide dos governantes visíveis e invisíveis, toda a evolução de todos os sistemas planetários e das galáxias, incluindo todos os homens e os seres que os habitam. Se isso for verdade, a limitada inteligência humana seria incapaz de configurar o conjunto dos ciclos dos planetas e das galáxias, da mesma forma que uma célula de nosso organismo não tem a capacidade de entender a estrutura do conjunto ao qual pertence”.


Texto Extraído da Revista Planeta – Sociedades Secretas
Transcrito por Krishna Bonavides

21/10/2014

A mudança no poder financeiro está quase completa: Nova Ordem Mundial


O processo de remoção do clã que tem controlado a maior parte do mundo nos últimos 300 anos está quase completo, de acordo com fontes diretamente envolvidas na queda. A queda está sendo feita pelas agencias mundiais militares, policiais e de inteligência. O grupo que está caindo é a Thule Society, conglomerado nazista Skull & Bones liderado por George Bush pai. Este grupo estava tentando começar a 3ª guerra mundial, a fim de reduzir a população mundial em 85% e começar um governo mundial fascista. Em vez disso, eles irão à falência e serão colocados na cadeia. Evidências da queda agora estão se tornando visíveis para todos verem. Por exemplo, o FMI, supostamente credor do mundo de última instância, está dizendo que não tem dinheiro para ajudar o Euro. Esta é uma evidência à disposição do público de que a estrutura pós-guerra de poder está terminando. A melhor maneira de entender o que está acontecendo é dar uma olhada no mapa:

 
Cumulative Current Account Balance
Fonte: Wikipedia

Este é um mapa da real situação econômica global. Ele mostra o superávit e o déficit acumulado nos países do mundo. Os países que aparecem em verde no mapa são os países que têm exportado produtos e emprestado dinheiro para os países que aparecem em vermelho. Este dinheiro é baseado em comércio físico real, por isso é apoiado pela realidade, ao contrário dos trilhões e quatrilhões de derivativos nos bancos que foram criados por meio de fraude. Nota do editor: Brasil tem sido saqueado por FED.

O que aconteceu é que os países verdes que têm dinheiro real pararam de emprestar para países ainda controlados pelos fascistas (o G6: Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e seu pequeno grupo de estados escravistas), começando no outono de 2008. Essa é a verdadeira razão para o chamado choque Lehman.
Olhando para trás, a luta titânica pelo controle do sistema financeiro global e, portanto, o poder global, foi dramática.

Os fascistas rebateram o ataque inicial dos verdes usando dinheiro “fiat” (dinheiro em forma de derivativos e alavancagem financeira) para subir os preços do petróleo global. Eles também tentaram criar uma crise de fome pagando aos agricultores ocidentais com dinheiro “fiat” para cultivar biocombustível, em vez de alimentos. Esses esforços fracassaram porque os fascistas já não tinham controle do bloqueio no abastecimento de petróleo e alimentos no mundo.

Os fascistas também tentaram renegar as suas dívidas através da emissão de uma nova moeda norte-americana que eles queriam chamar de Amero. Esta proposta foi rejeitada porque os países verdes legitimamente disseram que não queriam que seus dólares ganhos com tanto esforço fossem desvalorizados. Em vez disso, os países verdes agiram para preservar o valor de seus suados dólares, recusando-se a aceitar todos os dólares criados dentro dos EUA depois de 2008. Evidência para isto pode ser encontrada em números do trade mostrando uma queda de 77% ao ano nas importações americanas do Japão ou na queda de 90% no Baltic Dry Index (o preço do frete mundial).

Isso explica porque o dólar americano não entrou em colapso, apesar imprimir incontáveis trilhões de dólares sem lastro pelo ramo americano do Federal Reserve Board. Esses dólares simplesmente não estão entrando no sistema financeiro internacional, embora estejam brincando com o Índice Dow Jones.

Os fascistas ganharam a trégua de um ano quando prometeram “mudança” no governo Obama. Isso terminou em 2009, depois de Obama mostrou através de suas ações que ele era parte do continuum fascista.

Desde então, os fascistas têm agido como junkies desempregados, vendendo qualquer coisa que podem e assinando cheques falsos para pagar o seu revendedor. Por exemplo, eles derreteram e venderam máquinas gigantes de prata usadas para o projeto Manhattan. Eles também recorreram ao roubo.

Se você olhar para os países verdes no mapa você pode ver suas metas. Eles atacaram o Japão com uma explosão nuclear ao largo da costa do Japão causando terremoto e tsunami e uma engenhosa crise nuclear, a fim de tentar extorquir (infelizmente com algum sucesso) o dinheiro do Japão.

Eles também derrubaram alguns ditadores como Mubarak no Egito para roubar seu dinheiro (eles conseguiram o fundo de Mubarak de $ 70 bilhões). Em seguida, eles invadiram a Líbia e mataram Kadafi para roubar petróleo do país e mais de US$ 100 bilhões em ativos. Eles (Anders Behring Breivik) também mataram os membros da juventude do partido governante da Noruega, a fim de tentar extorquir o fundo de US$ 1.5 trilhão daquele país.

Uma vez que eles são valentões estão com muito medo de atacar países que podem se defender (Rússia e China), os próximos alvos desses bandidos chantagistas parecem ser os países verdes mais fracos como a Arábia Saudita, Argélia e Venezuela.

Estes movimentos deram algum tempo aos fascistas. No entanto, esse tempo está se esgotando rapidamente. Recentes manobras ilegais para empurrar para baixo os preços de metais preciosos não vão ajudar.

Os fascistas também tentaram realizar um golpe contra os patriotas americanos no Pentágono e nas agências militares transportando armas nucleares através de redes de túneis militares secretos disparando bombas nucleares em Nova York e Washington. Em vez disso, essas bombas foram tomadas por forças militares patrióticas e usadas para explodir as instalações das bases subterrâneas que os fascistas estavam esperando para se esconder depois que começassem a Terceira Guerra Mundial. Essa explosão nuclear provocou terremoto em Washington, Nova York e outras regiões dos EUA.

As bombas foram detonadas de maneira a evitar perdas humanas. Relatos de 30.000 mortos nas bases subterrâneas são falsas.

Fontes no KGB, no Pentágono e no MI6 confirmam que as ogivas nucleares usadas para provocar o tsunami no Japão e as duas explosões subterrâneas nos EUA eram parte das quatro ogivas que foram roubadas do submarino russo Kursk. Isso significa que mais uma arma nuclear ainda está em suas mãos e, provavelmente, localizada na Europa.

É difícil saber quando a derrubada final do clã vai ocorrer, devido a alguns detalhes técnicos legais. Isso porque as autoridades que estão derrubando a quadrilha querem fazer tudo legalmente e constitucionalmente.

No entanto, a queda já começou. Além de milhares de banqueiros que já foram presos, alguns peixes grandes estão sendo alvejados. Procedimentos públicos legais já começaram, por exemplo, contra Tony Blair, Nikolas Sarkozy e a chefe do FMI, Christine Lagarde. Putin, por sua vez, recentemente demitiu seu antigo ministro das finanças Alexei Kudrin, por ter sido comprometido pelos fascistas. O chairman do UBS também foi removido por causa de suas conexões com os bandidos.

Os fascistas também têm tentado negociar sua saída desta situação. George Bush pai entrou em contato com um alto membro americano da White Dragon Society e ofereceu “todo o dinheiro fraudulento do mundo,” em troca de “ser deixado em paz.”

Infelizmente para os nazis-zionistas muitos deles tentaram se agarrar ao poder por muito tempo e não estão mais em posição de negociar imunidade para si mesmos. Fontes de White Dragon nas agências americanas dizem que os top bandidos, como os últimos quatro presidentes americanos, vão para a cadeia.


Benjamin Fulford
3 de Outubro de 2011

Fonte:  
http://holosgaia.blogspot.com/search/label/Benjamin%20Fulford